domingo, 29 de maio de 2011

MUDANÇAS

Como muitas coisas aconteceram (e vem acontecendo) nas últimas semanas, vou dividir os últimos fatos em alguns posts, para manter a ordem cronológica.
Para começar, Ademir... tomou Doril! Se o laboratório fabricante do mencionado medicamento me permite parafraseá-lo, meu digníssimo estofador realmente sumiu. Um mês sem notícias e a Beringela está como estava. Não se pode confiar plenamente em ninguém mesmo... Como eu vinha pagando o cidadão conforme o serviço ia sendo entregue, não me senti propriamente dotado de um prejuízo financeiro. O prejuízo é no tempo, mesmo, de dedicação e na ansiedade para ver este carro pronto.
Como o apoio de braço do banco dianteiro havia sido "guardado" (na verdade, esquecido) na antiga oficina onde o conheci, resolvi entrar em contato por rádio com seu chefe Allan. Tive que responder a mesma pergunta inúmeras vezes (porque não entrei em contato direto com ele desde o começo). E vi também toda a sua insatisfação (esta é a palavra bonita que achei para expressar o sentimento dele) com o seu (agora) ex-funcionário. Fiquei sabendo que o meu (agora também) ex-estofador andou dando voltas pela Avenida Brasil, acabou enguiçando por falta de gasolina, entre outras temeridades que, pessoalmente, prefiro nem investigar a fundo. No final, acabei indo até a oficina e retirando o apoio, guardado em um "armário-geladeira" (uma geladeira usada como armário) e ele (o apoio) sequer tinha as costuras completamente feitas. Nem preciso mencionar minha decepção.


Unindo esta situação ao fato de Gilberto encontrar-se em vias de negociar sua casa com uma empreiteira que está criando condomínios na região, decidi retirar definitivamente a Brasília de lá. Como o carro estava sem condições de andar, utilizei os serviços da garantia da bateria Heliar e, depois de negociar com o mecânico volante, chamei o reboque. Foi divertido e ao mesmo tempo perigoso acompanhar o transporte da brasa na boléia do guincho-plataforma sem um cinto de segurança decente. Optei por levá-la para São Cristóvão, mais precisamente para a frente da empresa onde trabalho. A região é pródiga em matéria de oficinas, e a possibilidade de estar vendo o carro todos os dias deveria fazer a reforma andar mais rápido. Além do mais, com meu MBA sendo feito em Niterói nos finais de semana, as "viagens" de sábado para Big Field estavam definitivamente comprometidas.
No primeiro dia útil seguinte, muitas perguntas e elogios a meu bólido. E a expectativa multiplicada com todos sobre o fim dos trabalhos e a apresentação do resultado final.

Um comentário:

Michel disse...

Caramba é uma coisa de louco confiar em certos profissionais. Principalmente naqueles que agente jamais imaginaria que fosse "deixar na mão". Sua Brasília está ficando muito bonita, a cor que você escolheu, o estofamento e as partes cromadas combinaram muito com a Brasília.

Eu não sei o que está acontecendo com meu computador, pois não consigo deixar comentários nos seus post's. Mas pode ter certeza que sou um fiel leitor desse blog da "Brasília Roxa" e do "Brasília Clube".

Boa sorte.